
Sim fui eu...
que a cada entardecer
esperava calmamente
contava os dias, as horas
os minutos e assim por diante
“revia” sua imagem
que agora trazia tristeza...
crente que era alegria
Fui aquele ...
que num banco sentado
sozinho...sem querer companhia
sem querer não...
desejava uma...
que a muito sumiu
partindo pra longe
Sim...era eu
aquele mesmo
que certa vez bêbado
pela cidade a perambular
parei em frente a sua casa
e naquele banco sentado
parado, eu lembrava...
e assim como que por magia
você apareceu...
Eu já pensava em tudo
você sorrio...eu sorri
então a tristeza chegou
pois no mesmo carro
lá estava ele...
aquele que agora te fazia feliz
Assim “só sorrir “
simplesmente parado
talvez feliz...
“só sorrir”...
e ali fiquei
Veio então a madrugada
minha eterna alegria
abracei minha “amada”
que de novo me consolava...
com meu amor...a “morte”
eu me satisfazia
Sendo aquele...que de novo sorrir
um dos poucos ...
que canta,se sente feliz
em seu jardim encantado
que hoje se tingira de preto
†††

Nenhum comentário:
Postar um comentário